Inclusão
Uma sociedade justa precisa garantir participação, respeito, autonomia e acessibilidade para todas as pessoas.
Sou catarinense e acredito em uma política que começa de um jeito simples: olhando no olho, ouvindo de verdade e estando perto. Minha caminhada nasceu assim — junto de famílias, mulheres, pessoas com deficiência, pessoas autistas e de quem precisa ser visto pelo poder público.
Na hora de lembrar, é simples:
quatro, quatro, zero, zero.
Minha trajetória na vida pública foi construída em Santa Catarina, especialmente em Camboriú. Foi ali, convivendo com a realidade das pessoas e das famílias, que entendi ainda mais o tamanho da responsabilidade de representar alguém.
Eu não acredito em uma política distante. Acredito naquela que escuta uma mãe, acompanha uma família, abre espaço para quem nunca teve voz e transforma uma necessidade real em ação dentro do poder público.
Foi com esse espírito que levei para o debate temas como autismo, inclusão e direitos das mulheres, reunindo famílias, entidades e representantes do poder público para discutir problemas que precisavam sair da invisibilidade.
Para mim, essas causas não podem existir apenas em época de eleição. Elas precisam ter espaço permanente na política e nas decisões que afetam a vida das pessoas.
Uma sociedade justa precisa garantir participação, respeito, autonomia e acessibilidade para todas as pessoas.
Dar visibilidade às pessoas autistas e às suas necessidades, com atenção também a quem vive essa realidade dentro de casa.
Mães, pais e redes de cuidado precisam ser ouvidos e considerados na construção de políticas públicas.
Mais proteção, participação e voz para as mulheres, com atenção especial ao enfrentamento da violência.
Proteção e bem-estar animal também fazem parte da responsabilidade de uma sociedade que cuida.
Minha passagem pelo Legislativo municipal me deu a oportunidade de transformar conversas e demandas da comunidade em debates, iniciativas e cobranças concretas.
Promovi uma discussão específica reunindo famílias, entidades e representantes das áreas de Saúde e Educação para falar sobre a realidade das pessoas autistas.
Participei da criação de um fórum dedicado às mulheres, colocando em pauta direitos, participação, liderança e enfrentamento à violência.
Minha atuação passou por medidas sociais e debates voltados a idosos, pessoas com deficiência e famílias que dependem de serviços públicos mais próximos e acessíveis.
Meu compromisso é fazer com que essas pautas sejam tratadas com seriedade, presença e escuta — sempre pensando em quem sente seus efeitos na vida real.
Defender políticas que considerem acessibilidade, autonomia e participação das pessoas com deficiência na vida pública e social.
Dar visibilidade às necessidades das pessoas autistas e às famílias que convivem diariamente com rotinas intensas de cuidado.
Manter no centro do debate os direitos das mulheres, a participação feminina e o enfrentamento à violência.
Fortalecer a atenção à proteção e ao bem-estar animal entre as pautas defendidas na vida pública.
No Instagram eu compartilho minha rotina, visitas, encontros, ações e os bastidores dessa caminhada por Santa Catarina.
Para Deputada Federal por Santa Catarina, guarda com carinho: quatro, quatro, zero, zero.